
Os apaixonados pela série de tv “Lost” esperam com muita ansiedade o fim da sexta temporada. A paixão pelo mistério que envolve os passageiros do voo da Oceanic inspira o ilustrador Ty Mattson, chefe e fundador da Mattson Creative, una agência especializada em brand identity. Depois de ter trabalhado com marcas como Coca-Cola, Pepsi e Hasbro, Mattson fez uma pausa para celebrar a sua dependência de Lost.
O resultado é uma série de ilustrações “cifradas”, já que apenas os fãs da série poderão apreçar as referências sutis à trama. Quem não seguiu as aventuras dos sobreviventes também pode admirar a qualidade da série, o seu gosto retrô e a ótima capacidade de síntese do estilo do designer gráfico.
O talento do ilustrador freelancer como gosta de ser chamado o artista londrino Anke Wekmann é mesmo notável. Sua vasta obra inclui ilustrações em cores, em branco e preto, além de outros produtos com seus desenhos.
Com apenas 4 anos de experiência Weckmann já conta com uma vasta clientela. Confira alguns de suas ilustrações.

O bacana dessas figuras é que você não apenas as observa, mas interage com elas. Demora o olhar tentando decifrar e notar diferenças e duplos sentidos.
Cópias da obra do artista Heather Amuny-Dey. Cada ilustração está disponível em edição limitada de 100 unidades. A coleção completa pode ser vista e adquirida aqui por $40 cada.

A gráfica da nova edição limitada da Schweppes tem um gosto muito retrô. Em cada garrafinha, pensada para um exclusivo circuito de bar e restaurantes, uma imagem que remete às ilustrações de pin-ups dos anos 50 até às peças publicitárias dos anos 20.
Um outro detalhe que chama a atenção diz respeito à logo da Schweppes que acabou não sendo utilizada de uma maneira consistente, nem dentro da coleção. Cada embalagem usa um logo reinterpretado e inspirado na imagem da mulher representada. O projeto leva a assinatura da agência australiana Di Donato. Depois do pulinho, um detalhe da garrafa…
Continuar lendo: O design das garrafas de Schweppes em edição limitada

Continuando a nossa série de post sobre os calendários 2010, apresentamos aquele criado por Jim Flora, um dos pais da ilustração americana. O seu estilo influenciou e continua a influenciar gerações de criativos. O seu patrimônio de imagens agora é administrado por uma fundação que continua a divulgar a sua obra.
Para o Ano Novo, foi realizado um calendário impresso à mão em três versões diferentes, com três ilustrações originais da metade dos anos 50: Swingin’ Sax, Boogie-Beat Drummer e Stardust Moon. Como uma verdadeira obra de arte, cada um fica em uma moldura gráfica no estilo mid-century modern. Aqui é possível comprar um exemplar.
O ano entra na reta final e começamos a pensar no calendário que vai enfeitar nossas mesas e paredes em 2010. Na lista das nossas preferências, aquele idealizado pela ilustradora israeliana Jenny Meilihove, que propõe uma galeria de retratos. São rostos com expressões curiosas, olhos geralmente desenhados com óculos enormes, que nos observam. Tudo muito vivo, alegre, com um traço que cria um mundo pictório bem interessante
Um personagem para cada mês do ano, que seja no típico formato de mesa, parece ou em 12 cartões postais para levar para onde você quiser ou para pendurar em um varal do tempo que passa. Á venda na lojinha da designer, a Be Happy Now.
Via | Pikaland.com
O jovem designer gráfico brasileiro João Ricardo Machado é o dono do projeto “Yummy”, para um hipotético pote de sorvete. O packaging foi realizado como trabalho acadêmico, onde o designer quis criar um modo simpático para propor este tipo de produto.
Cada sabor é caracterizado não só pela cor e decoração cheia de vida, mas também por ilustrações muito simpáticas, onde cada gosto “veste” uma carinha com uma careta diferente. A “Yummy” foi pensado para as crianças e famílias, os consumidores mais vorazes da iguaria. E depois que o sorvete acabar, o pote pode ser reaproveitado. Quem teria coragem de jogar fora?
Via | the dieline
Esta arte que você está vendo é criativa e original, mas tem um quê de assustador, ao menos para mim. Trata-se de um retrato feito pela artista Jane Perkins, que retratou personalidades famosas, como o presidente norteamericano Barack Obama, Rainha Elizabeth II e Nelson Mandela utilizando joias, botões e brinquedos.
Jane Perkins, de Devon, desenvolve desde 2008 seu trabalho com objetos pessoais que não possuem valor e são jogados fora pelas pessoas. Olha aí mais uma forma de livrar o meio ambiente de entulhos. Sua arte está em exposição este mês no projeto de arte Devon Open Studios.
Fonte: EV News

Bilk, a marca californiana entre as primeiras a inaugurar a tendência dos adesivos de parede lança três novas propostas de adesivos de vinil: Defend The Kingdom de Glenn Jones, As Fast As I Can de Thomas De Santis e YGB de Inbal Zubalsky.
Todos os três fazem parte de uma colaboração particular entre a Bilk e os produtores de camisetas Threadless. A marca de t-shirts tem um site onde qualquer designer pode enviar desenhos. Os usuários votam e as ilustrações mais populares viram estampas para camisetas que depois entram em venda no próprio site.
A Blik pede peridiocamente aos internautas de votarem nas estampas da Threadless que poderiam ser adaptadas para decoração de paredes. Os três stikers que apresentamos hoje, foram literalmente escolhidos pelo “povo”. Que tal?
Talvez a moda de decorar as paredes do quarto das crianças com adesivos, tenha nascimo bem antes daquela de usar os famosos stickers no resto da casa. De qualquer forma, os adesivos de vinil são uma alternativa bem interessante aos posters ou quatros.
Ainda assim, podemos dizer que é difícil encontra ilustrações autorais sobre o tema da infância. A marca inglesa Chocovenyl chamou um grupo de jovens ilustradores para reelaborar alguns temas clássicos do mundo das crianças. Princesas, dragões, mostros, piratas e outros personagens viram adesivos para a decoração de ambientes infantis muito originais.
Via: Orangeyoulucky!