A intenção por trás dos ensinamentos da Bauhaus, passadas pro Gropius, era conseguir interagir simultaneamente com a arquitetura, o artesanato, o design e as obras da academia de artes. Essa intenção foi o estopim de vários conflitos que se passaram ali, internos e externos.
Motivados pela mesma intenção, em 1919 o pintor suíço Johannes Itten, o pintor alemão Lyonel Feininger e o escultor alemão Gerhard Marcks comprometeram-se, juntamente com Gropius, de fixar definitivamente a Bauhaus como instituto de ensino.
Nos anos que se seguiram o corpo docente da instituição foi ganhando mais nomes de peso como o pintor, escultor e designer alemão Oskar Schlemmer e o pintor suíço Paul Klee. Estes artistas foram incorporados à Bauhaus em 1922 pelo pintor russo Wassily Kandinsky.

Gropius foi diretor da Bauhaus de 1919 até 1928, sucedido por Hannes Meyer e posterior a esse, Ludwig Mies van der Rohe.
A Bauhaus iniciou suas atividades sendo subsidiada pela República de Weimar. Em 1925, após mudanças no governo, a escola foi obrigada a transferir-se para Dessau e em 1932 mudou-se novamente, agora para Berlim, devido a perseguição do governo nazista.
Considerada uma frente comunista, a escola foi fechada pelo governo de Hitler em 1933. Tal interpretação comunista originou-se pela grande número de russos dentro da Bauhaus, fossem alunos, artistas ou professores.
Grande parte das obras existentes na Bauhaus naquele período foi vendida como espólio de guerra e perdeu-se com o passar do tempo. A Engel House, na Cidade Branca de Tel Aviv contém o maior espólio remanescente da Bauhaus atualmente. Por conta disso foi tombada como Patrimônio Mundial em 2003.

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